Outro dos livros de CDS que apresentam um grupo de pessoas empenhada
s numa jornada por terras estranhas. De certa forma, repete outros livros do mesmo período, apresentando uma Terra paralela ou de um futuro distante na qual a tecnologia encontra-se abafada ou sequer existe. Aqui, uma parte do mundo – que atravessa uma espécie de Idade Média – foi destruída por seres conhecidos como “devastadores”, e é justamente essa região que dois homens têm de atravessar para levar um manuscrito que pode representar muito para o futuro da humanidade. Nessa Terra, a presença física, real, do Mal, impediu o progresso da humanidade. O grupo da jornada ainda conta com a presença de um fantasma, um gnomo e uma mulher e seu grifo, que procura um talismã. A aventura, repleta de ação, evolui para um verdadeiro confronto entre os seres do Mal, a Horda, e os demais habitantes do planeta, entre eles os “pequeninos”. Esse é um dos livros que a crítica costuma atribuir ao período de “decadência” de CDS, mas a leitura é muito agradável, ainda que muitas das noções sejam repetitivas.
(Capa: A. Pedro)